October passed me by and it seems to me that there's still something else to happen. I mean... of course this month had its issues. One more time... a lot of acting, a lot of speaking for no one to hear... a lot of engaging with nothing at all. The same overtalking, overspeaking, 'underthinking'... that's usual.
But... looking over my shoulders, that's something that keeps fallowing me, wherever I go... wherever I look. No... of course I have my stockers, but... it's something a little bit different... is like that idea that the biggest day of you life, or the most import one, or the saddest one, they suddenly passe your path when you really don't expect it. It seems that no matter what you do... what you plan... something suddenly takes you breath away... weather in a good way or not.
The thing is... we keep trying to catch out our dreams, our goals... but, we forget that sometimes, even if that sounds a little bit weird... our goals and accomplishments, at least the smaller ones, they just knock on our doors, asking to be enjoyed. Yeah, I know... It sounds naive... maybe this is just me. But I'm willing, in this point of my life, a good start... regrets-free... I'm willing something to get me out of the bed, even if this represents, speak face-t0-face, stand up for myself and my opnions... even if this is a step on the darkness, even if this is a scream at sometimes... even if... Because, as I said in some ancients posts... I do believe that having A goal, is so much better than having SOME goals. And I like to believe in that... it keeps warm at night. Maybe, for now, I have small targets... like be more self-conceited, more selfish, or like... do not put up people who have nothing better to do, but look themselves on the mirror and see nothing. That's a good thing. Maybe, in the future, I'll buy some bigger plans... like, be more, more, more... I don't know... be more is what I believe. Now I've learned that.
To say the truth... dreams can knock on our doors... maybe we can be today, a lot more than we were yesterday... These little dreams, they can be achieved... day by day.
Ninna... yep, this is me. A little girl who believe that we can fight our challenges and accomplish our dreams each day. I do believe, that today I AM more than I was yesterday. One step at time... That is grownth.
Ninna... Now I speak and stand up for myself.
Define-se assim o conjunto de fragmentos, pensamentos e memórias agridoces... um lugar pra falar de mim, do que vejo, do que sinto e do que sou, nada além. Apenas as tantas faces de uma lua um tanto incógnita... um relicário de mim mesma em tom de desabafo. Bem-vindos!
domingo, 8 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Me manda um email!
O Lunário ainda não é um blog mulherzinha, mas como em se tratando de moda, o que vai sempre volta... voltemos então à moda so last season (pra quem não tem dicionário... 'tão temporada passada'), e às algafinhadas virtuais. Afinal, cultura de massa perpetua. Não que literatura de massa seja lá a praia dessa moça que escreve, maaaas...vá lá.
Bom... então... assim... como é mesmo? Ah, nem eu sei. "Olhem para mim,vocês... veja como a vida e boa, e todos vocês inferiores a mim."
[bocejos longos]. Já deu,né? Pois é... falar assim... indiretamente... para alguém...sem ser ninguém... porque acham que falam de alguém. Ih... quanto ´blá blá blá. Como quem tivesse paciência para tanto... Viva a sua vida e pronto, vivam eles as deles, eu a minha, vós as vossas e tudo certo.
A literatura foi marcada por personagens egocêntricos, neuróticos, possessos de si... mas todos tinham um certo charme... Aquele lá, da Capitu... mania de perseguição, tudo bem... mas foi relembrado aos séculos... Dorian Grey e seu hedono-narcisismo (se é que tal palavra existe)... vaidoso ao extremo, porém... um grande de Wilde. Na vida real, quem tenta ir pelo mesmo caminho... bom se dá um pouco mal. Você é o que mesmo? (...)
Bom, para aqueles que se enfurecem com palavras alheias, tentam poetizar com "resoluções", alfinetam outros, se superestimam por coisinhas fúteis... se auto-afirmam, mas querendo mesmo afirmação de outros... fica somente o conselho da psiquiatria popular... 'Doido não se contraria!'. Eu, como ouvi lá nos tempos de menina, aprendendo a tricotar com vovó Madá, acato os conselhos populares, até estes. Deixa pra lá... um dia a ficha cai. É assim... afinal, quando se é estigmatizada de esquizofrênica... neurótica... louca, aprende-se a suportar com paciência a esquizofrenia alheia.
Agora, cá entre nós... as que a cá, tricotam... hum, é bom mesmo chamar atenção né?! Quando se QUER que todas as atenções sejam voltadas para si, costuma-se ACREDITAR que isso acontece. Sim, eu entendo perfeitamente. Por isso, posso até mesmo fingir que aprecio manifestações públicas e virtuais de auto-afirmação. Pobre de mim... como é de minha natureza carente, preciso viver da vida de outros [que por sinal é empolgante demais] porque a mim, me falta vida própria. (...) Preciso olhar (mas peraí.. só não olha quem tem olhos?!)... para o umbigo de outros e arrepende-me profundamente por ousar, por um minuto apenas, mudar o foco?!
[bocejos...]
Gosto de escrever. Gosto mesmo. Gosto também de deitar na cama que fiz. Então... se sempre levei a fama... assumo-a agora de vez. [pra agradar o ego de pessoas maiores]. Rendo-me novamente, à essa moda ultrapassada de recadinhos virtuais. Claro que de vez em quando, bate uma dor de cabeça por ler 'palavrinhas', mas nada que um tricozinho não cure.
Fica aqui um post... só pra não decepcionar as crianças no recinto. Aguardo respostas logo...
Ah... mas seria mais interessante se fosse por email... é mais cult, elegante... e cá entre nós, menos povão.
Ninna... entre uma aula ou outra, uma pausa pra olhar a vida alheia...
HA HA HA... já deu, né?!
(Psicologia Popular I: 'doido não se contraria').
Bom... então... assim... como é mesmo? Ah, nem eu sei. "Olhem para mim,vocês... veja como a vida e boa, e todos vocês inferiores a mim."
[bocejos longos]. Já deu,né? Pois é... falar assim... indiretamente... para alguém...sem ser ninguém... porque acham que falam de alguém. Ih... quanto ´blá blá blá. Como quem tivesse paciência para tanto... Viva a sua vida e pronto, vivam eles as deles, eu a minha, vós as vossas e tudo certo.
A literatura foi marcada por personagens egocêntricos, neuróticos, possessos de si... mas todos tinham um certo charme... Aquele lá, da Capitu... mania de perseguição, tudo bem... mas foi relembrado aos séculos... Dorian Grey e seu hedono-narcisismo (se é que tal palavra existe)... vaidoso ao extremo, porém... um grande de Wilde. Na vida real, quem tenta ir pelo mesmo caminho... bom se dá um pouco mal. Você é o que mesmo? (...)
Bom, para aqueles que se enfurecem com palavras alheias, tentam poetizar com "resoluções", alfinetam outros, se superestimam por coisinhas fúteis... se auto-afirmam, mas querendo mesmo afirmação de outros... fica somente o conselho da psiquiatria popular... 'Doido não se contraria!'. Eu, como ouvi lá nos tempos de menina, aprendendo a tricotar com vovó Madá, acato os conselhos populares, até estes. Deixa pra lá... um dia a ficha cai. É assim... afinal, quando se é estigmatizada de esquizofrênica... neurótica... louca, aprende-se a suportar com paciência a esquizofrenia alheia.
Agora, cá entre nós... as que a cá, tricotam... hum, é bom mesmo chamar atenção né?! Quando se QUER que todas as atenções sejam voltadas para si, costuma-se ACREDITAR que isso acontece. Sim, eu entendo perfeitamente. Por isso, posso até mesmo fingir que aprecio manifestações públicas e virtuais de auto-afirmação. Pobre de mim... como é de minha natureza carente, preciso viver da vida de outros [que por sinal é empolgante demais] porque a mim, me falta vida própria. (...) Preciso olhar (mas peraí.. só não olha quem tem olhos?!)... para o umbigo de outros e arrepende-me profundamente por ousar, por um minuto apenas, mudar o foco?!
[bocejos...]
Gosto de escrever. Gosto mesmo. Gosto também de deitar na cama que fiz. Então... se sempre levei a fama... assumo-a agora de vez. [pra agradar o ego de pessoas maiores]. Rendo-me novamente, à essa moda ultrapassada de recadinhos virtuais. Claro que de vez em quando, bate uma dor de cabeça por ler 'palavrinhas', mas nada que um tricozinho não cure.
Fica aqui um post... só pra não decepcionar as crianças no recinto. Aguardo respostas logo...
Ah... mas seria mais interessante se fosse por email... é mais cult, elegante... e cá entre nós, menos povão.
Ninna... entre uma aula ou outra, uma pausa pra olhar a vida alheia...
HA HA HA... já deu, né?!
(Psicologia Popular I: 'doido não se contraria').
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
21/11/2009
Don't Mention it!
'Pra quem não sabe para onde está indo, qualque lugar vale'...
Falou-se e ouviu-se por ai, indefinidas vezes, em alguma mesa de botequim, com a areia da praia, e papinhos ao léu.
Fato. Assim como em mente vazia, a futilidade faz morada, pra quem não tem perspectiva, qualquer coisa é de grande ganho.
Assim, e somente assim, deixo de lado brigunhas e futilidades pequenas, e rendo-me aos poucos ao meu falar e ouvir. Apenas meus, e somente meus. Afinal, não me curvo diante de tronos, nem preocupo-me com línguas que não edificam. Levo a vida, somente minha vida. E dedilho nesse bolg, que é território de alguém.
Olho e vejo adiante. Futilidade não faz morada aqui...
Dos conselhos de infância, lembro-me bem... 'Faça enquanto pode'., 'aprenda enquanto estou aqui'... Assim, como boa criança e boa filha, acato e vivo os dias aos poucos, um pouco tardiamente, aos 20... mas levo de mala e cuia alguns poucos sonhos, que invento em horas diferentes do meu dia (de 48 horas). Tardiamente, confesso. Mas antes aos 20 do que aos 24, 25, 30...
Não, não sou bonita. Tenho dentes tortos, pés e mãos grandes e minhas palavras tampouco são cheias de floreio. Magoo, decerto. Ofendo, eu sei. Mas não sento e falo, eperando que o príncipe de cavalo branco venha me tirar do castelo e pagar todas minhas contas. Aprendi, ainda lá na infância, vendo séries de TV, e por que não falando dos outros? (afinal, isso sei fazer bem!)[suspiros], que o tempo passa, e muito melhor ser algo do que esperar algo. Me mostraram que ter alguma perspectiva, é bem melhor que ter qualquer perspectiva.
Por hoje, enquanto tenho apenas 20 (e uma agenda atarefada ao começo do dia), traço um plano de cada vez e também ao mesmo tempo. Acordo, e sou professora de inglês. Cochilo, e sou estudante de letras. Almoço e sou funcionária da Petrobrás. Janto, e sou concurseira de plantão. Jornalista, advogada, secretária... Também tenho um namoradão, mas já passei dessa fase. Não levo um pé na bunda pra me descobrir gente. Nem preciso que alguém me mostre isso.
E hoje? Bom... já saiu o edital do concurso. Posso ir morar em Açailândia e falar sobre alguma coisa da área técnica. Posso também ser poliglota... aproveitar a bolsa e hablar español... Um carro, uma moto, uma sandália da Carmen Steffens. Sei lá...
Sencuda faculdade? Mestrado? Doutorado? Acho que não... pra essas coisas precisa ser inteligente.
Papai me chama pra vida. 'Procura crescer, menina!'... 'Ai, paaiii... mas é que dormir é tão bom. E eu ainda tenho 20!'
"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores" (um blá blá blá meio que bonitinho...)
Ninna... estudo de manhã, trabalho a tarde e a noite, mas de madrugada eu sonho. E por incrível que pareça, meus sonhos são todos coloridos. Meus dias ocupados me permitem isso.
[e pra mim, qualquer lugar não é lugar].
Falou-se e ouviu-se por ai, indefinidas vezes, em alguma mesa de botequim, com a areia da praia, e papinhos ao léu.
Fato. Assim como em mente vazia, a futilidade faz morada, pra quem não tem perspectiva, qualquer coisa é de grande ganho.
Assim, e somente assim, deixo de lado brigunhas e futilidades pequenas, e rendo-me aos poucos ao meu falar e ouvir. Apenas meus, e somente meus. Afinal, não me curvo diante de tronos, nem preocupo-me com línguas que não edificam. Levo a vida, somente minha vida. E dedilho nesse bolg, que é território de alguém.
Olho e vejo adiante. Futilidade não faz morada aqui...
Dos conselhos de infância, lembro-me bem... 'Faça enquanto pode'., 'aprenda enquanto estou aqui'... Assim, como boa criança e boa filha, acato e vivo os dias aos poucos, um pouco tardiamente, aos 20... mas levo de mala e cuia alguns poucos sonhos, que invento em horas diferentes do meu dia (de 48 horas). Tardiamente, confesso. Mas antes aos 20 do que aos 24, 25, 30...
Não, não sou bonita. Tenho dentes tortos, pés e mãos grandes e minhas palavras tampouco são cheias de floreio. Magoo, decerto. Ofendo, eu sei. Mas não sento e falo, eperando que o príncipe de cavalo branco venha me tirar do castelo e pagar todas minhas contas. Aprendi, ainda lá na infância, vendo séries de TV, e por que não falando dos outros? (afinal, isso sei fazer bem!)[suspiros], que o tempo passa, e muito melhor ser algo do que esperar algo. Me mostraram que ter alguma perspectiva, é bem melhor que ter qualquer perspectiva.
Por hoje, enquanto tenho apenas 20 (e uma agenda atarefada ao começo do dia), traço um plano de cada vez e também ao mesmo tempo. Acordo, e sou professora de inglês. Cochilo, e sou estudante de letras. Almoço e sou funcionária da Petrobrás. Janto, e sou concurseira de plantão. Jornalista, advogada, secretária... Também tenho um namoradão, mas já passei dessa fase. Não levo um pé na bunda pra me descobrir gente. Nem preciso que alguém me mostre isso.
E hoje? Bom... já saiu o edital do concurso. Posso ir morar em Açailândia e falar sobre alguma coisa da área técnica. Posso também ser poliglota... aproveitar a bolsa e hablar español... Um carro, uma moto, uma sandália da Carmen Steffens. Sei lá...
Sencuda faculdade? Mestrado? Doutorado? Acho que não... pra essas coisas precisa ser inteligente.
Papai me chama pra vida. 'Procura crescer, menina!'... 'Ai, paaiii... mas é que dormir é tão bom. E eu ainda tenho 20!'
"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores" (um blá blá blá meio que bonitinho...)
Ninna... estudo de manhã, trabalho a tarde e a noite, mas de madrugada eu sonho. E por incrível que pareça, meus sonhos são todos coloridos. Meus dias ocupados me permitem isso.
[e pra mim, qualquer lugar não é lugar].
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Chorumelas sem chorumelas
Foi um tempo... lá no antigamente, que passou pela minha cabeça... ser assim, meio assim... As pessoas mudam, o tempo passa, coisas acontecem... blá blá blá. Fiz Letras pra poder fugir da pedagogia [não levo jeito mesmo], mas vira e mexe aparecem papinhos damagogos por ai em qualquer esquina... papinhos demagogos que forçam uma falsa literatura.
"Centenariedade" sempre me fez a cabeça, o rebuscamento, exaltação... aprendi mesmo a ser exibida... em esquinas por ai. Talvez por isso tenha um blog, talvez por isso me permito pensar e dedilhar... É a vida. De onde eu vim, pensar não é pecado... e ninguém é preso por expressar o que pensa... tampouco precisa dar satisfações à argumentos falhos e mal expostos... em esquinas por ai.
Sem chorumelas... dá-se o direito a quem tem direito. Posso viver ou não o momento... posso acreditar na eternidade, vida eterna, amor platônico... isso é direito meu, não é? Ou não seria? De onde eu vim, sim.
De onde eu vim... do lugar de onde pensamentos são só pensamentos... não se dorme de arma em punho. Não se vive controlando, ou tentando controlar a todos e tudo. Não se "leva a vida' achando-se que tudo é uma batalha a ser vencida. De onde eu venho, não há guerra de braço, não há mortos nem feridos. Há somente a liberdade de ter um cantinho próprio, de ter pensamentos que não sejam sempre dedicados à alguem... a liberdade de falar por falar, sem receber retaliações que nada impressionam.
As coisas passam, as pessoas mudam... há quem acredite em eternidade... há quem prefira momentos... há quem fique na sua... há quem viva... há quem use da vitrine como auto-afirmação. Mas o que fica é... as coisas se acalmam. De onde eu vim o tempo passa. Então, deixa ele passar. Mesmo que nada se ajeite. Nem tudo é batalha... nem todos são alvos. O mundo gira... e infelizmente, nem sempre em torno de um determinado ponto. Um post, um bilhetinho, um comentário, uma citação de alguém famoso pode ser simplesmente nada.... sem ser retaliação, sem ser tiro.
Falta-me paciência para demagogias. Faltam-me argumentos para argumentos falhos. Tenho meu canto, meu tempo, meu levar a vida... isso me basta. Não vivo em guerra, meu espirro não é direcionado à alguém. Tampouco, minha literatura... minhas frases, meu dedilhar.
Ninna... a menina exibida que não dorme armada.
Eterno Lunário... pra quem gosta de palavras exibidas. Desencantados, desconfiados e alheios não são bem-vindos.
"Centenariedade" sempre me fez a cabeça, o rebuscamento, exaltação... aprendi mesmo a ser exibida... em esquinas por ai. Talvez por isso tenha um blog, talvez por isso me permito pensar e dedilhar... É a vida. De onde eu vim, pensar não é pecado... e ninguém é preso por expressar o que pensa... tampouco precisa dar satisfações à argumentos falhos e mal expostos... em esquinas por ai.
Sem chorumelas... dá-se o direito a quem tem direito. Posso viver ou não o momento... posso acreditar na eternidade, vida eterna, amor platônico... isso é direito meu, não é? Ou não seria? De onde eu vim, sim.
De onde eu vim... do lugar de onde pensamentos são só pensamentos... não se dorme de arma em punho. Não se vive controlando, ou tentando controlar a todos e tudo. Não se "leva a vida' achando-se que tudo é uma batalha a ser vencida. De onde eu venho, não há guerra de braço, não há mortos nem feridos. Há somente a liberdade de ter um cantinho próprio, de ter pensamentos que não sejam sempre dedicados à alguem... a liberdade de falar por falar, sem receber retaliações que nada impressionam.
As coisas passam, as pessoas mudam... há quem acredite em eternidade... há quem prefira momentos... há quem fique na sua... há quem viva... há quem use da vitrine como auto-afirmação. Mas o que fica é... as coisas se acalmam. De onde eu vim o tempo passa. Então, deixa ele passar. Mesmo que nada se ajeite. Nem tudo é batalha... nem todos são alvos. O mundo gira... e infelizmente, nem sempre em torno de um determinado ponto. Um post, um bilhetinho, um comentário, uma citação de alguém famoso pode ser simplesmente nada.... sem ser retaliação, sem ser tiro.
Falta-me paciência para demagogias. Faltam-me argumentos para argumentos falhos. Tenho meu canto, meu tempo, meu levar a vida... isso me basta. Não vivo em guerra, meu espirro não é direcionado à alguém. Tampouco, minha literatura... minhas frases, meu dedilhar.
Ninna... a menina exibida que não dorme armada.
Eterno Lunário... pra quem gosta de palavras exibidas. Desencantados, desconfiados e alheios não são bem-vindos.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Vale mesmo é dedilhar...
Do antigo Caterina Mina, o que fica mesmo, além do favorito haicai... é a menção... "quando a tristeza bate, eu gosto mesmo é de dançar..."
Quando a tristeza bate, vale mesmo é escrever... vale colocar tudo em punho, na busca incessante pela melhor produção, pelo post mais perfeito, pelas alfinetadas mais veladas... porque vale a pena dedilhar pelos gracejos alheios, mudar de manias quando se pode mudar, falar de mudanças...
De Machado de Assis, um outro grande.. supôs uma professora-mestra, uma média em literatura: ironia afaga, liberta, seduz... deboche é pobre, ínfimo, descortez, deselegante. Há a sutil diferença... há quem entenda. Se alguns poucos confundem sedução e a mediocridade, só nos resta lamentar... e ao escrever -a agradável libertação de quem pensa -a "sutileza" intempestuosa do deboche não passa despercebida.
Se pra quem é triste, escrever liberta, pra quem não pensa, deboche é arma... pobre e descabida. Se como Machado, alguns escolhessem pela velada ironia, ganhariam o mundo... seriam centenários... e com certeza mais relevantes à história e à literatura. Mas, como nem tudo são rosas... deboche, riso escandaloso, arma sem respaldo, assim como a burrice e falta de relevância, causam leve desconforto... não tanto como alguns poderiam supor... mas é que raras vezes, mas ainda vezes... gente que pouco pensa, com moral caida e peito em pé... causam tanto desconforto físico quando ruído repetido... o do garfo arranhando o quadro.
Obviamente, nada como algumas dedilhadas para se voltar à normalidade... trabalha-se com o que se tem. Escrevo pra sorrir, sorrio pra escrever. Ironizo como defesa, arma eficaz contra deboche (desses que se econtra pelo google, ou nas páginas amarelas das acompanhantes tipo disk-desespero).É a vida... como àquela do haicai... nem sempre se está num jogo que não se sabe jogar. Finge-se bem, como no xadrez...
...começamos pelos peões.
Do antigo Catarina Mina, lembro-me bem... "por trás de toda arte há tanta coisa por falar".
Ninna... na ironia, a que afaga... a minha dança. [sem mais]
Quando a tristeza bate, vale mesmo é escrever... vale colocar tudo em punho, na busca incessante pela melhor produção, pelo post mais perfeito, pelas alfinetadas mais veladas... porque vale a pena dedilhar pelos gracejos alheios, mudar de manias quando se pode mudar, falar de mudanças...
De Machado de Assis, um outro grande.. supôs uma professora-mestra, uma média em literatura: ironia afaga, liberta, seduz... deboche é pobre, ínfimo, descortez, deselegante. Há a sutil diferença... há quem entenda. Se alguns poucos confundem sedução e a mediocridade, só nos resta lamentar... e ao escrever -a agradável libertação de quem pensa -a "sutileza" intempestuosa do deboche não passa despercebida.
Se pra quem é triste, escrever liberta, pra quem não pensa, deboche é arma... pobre e descabida. Se como Machado, alguns escolhessem pela velada ironia, ganhariam o mundo... seriam centenários... e com certeza mais relevantes à história e à literatura. Mas, como nem tudo são rosas... deboche, riso escandaloso, arma sem respaldo, assim como a burrice e falta de relevância, causam leve desconforto... não tanto como alguns poderiam supor... mas é que raras vezes, mas ainda vezes... gente que pouco pensa, com moral caida e peito em pé... causam tanto desconforto físico quando ruído repetido... o do garfo arranhando o quadro.
Obviamente, nada como algumas dedilhadas para se voltar à normalidade... trabalha-se com o que se tem. Escrevo pra sorrir, sorrio pra escrever. Ironizo como defesa, arma eficaz contra deboche (desses que se econtra pelo google, ou nas páginas amarelas das acompanhantes tipo disk-desespero).É a vida... como àquela do haicai... nem sempre se está num jogo que não se sabe jogar. Finge-se bem, como no xadrez...
...começamos pelos peões.
Do antigo Catarina Mina, lembro-me bem... "por trás de toda arte há tanta coisa por falar".
Ninna... na ironia, a que afaga... a minha dança. [sem mais]
domingo, 4 de outubro de 2009
Eterno Lunário... fase bee?
"...all I'd want is you to be my sweet honey bee..."
Ninna... amando a palavra 'bee'!
Como define-se um lunário? Fala-se o que quer, quando se quer. Define-se conjunto, coleção... e também as fases da lua.[fases? uma delas: maquiagem]
Ninna... um pouco 'bee'...Crafiteira nas raras horas vagas, professora de inglês, TJ, ser pensante, pouco falante, acima do peso, impaciente, odeia aluno babão, melão e gente estúpida e prepotente... mas AMA maquiagem e cheiro no pescoço. Gasta rios no Boticário e vê Next Top Model. Mas acima de tudo... há a maquiagem (sustentada por um cartão internacional e uma fatura mensal beirando o insustentável).
Eterno Lunário... por vias de ser um blog mulherzinha. Esfume aqui, esfume ali... Sombra nude e sushi flower da Mac. Quem sabe até um futuro youtuber?!
Ninna... amando a palavra 'bee'!
Como define-se um lunário? Fala-se o que quer, quando se quer. Define-se conjunto, coleção... e também as fases da lua.[fases? uma delas: maquiagem]
Ninna... um pouco 'bee'...Crafiteira nas raras horas vagas, professora de inglês, TJ, ser pensante, pouco falante, acima do peso, impaciente, odeia aluno babão, melão e gente estúpida e prepotente... mas AMA maquiagem e cheiro no pescoço. Gasta rios no Boticário e vê Next Top Model. Mas acima de tudo... há a maquiagem (sustentada por um cartão internacional e uma fatura mensal beirando o insustentável).
Eterno Lunário... por vias de ser um blog mulherzinha. Esfume aqui, esfume ali... Sombra nude e sushi flower da Mac. Quem sabe até um futuro youtuber?!
Good Mourning and Goodbye


Chegou! E é... bem, é sempre Grey's. Meredith que me perdoe, essa ainda é da Izzie.
Lexie: [narrating] Grief may be a thing we all have in common, but it looks different on everyone. Mark: It isn't just death we have to grieve. It's life. It's loss. It's change. Alex: And when we wonder why it has to suck so much sometimes, has to hurt so bad. The thing we gotta try to remember is that it can turn on a dime. Izzie: That's how you stay alive. When it hurts so much you can't breathe, that's how you survive. Derek: By remembering that one day, somehow, impossibly, you won't feel this way. It won't hurt this much. Bailey: Grief comes in its own time for everyone, in its own way. Owen: So the best we can do, the best anyone can do, is try for honesty. Meredith: The really crappy thing, the very worst part of grief is that you can't control it. Arizona: The best we can do is try to let ourselves feel it when it comes. Callie: And let it go when we can. Meredith: The very worst part is that the minute you think you're past it, it starts all over again. Cristina: And always, every time, it takes your breath away. Meredith: There are five stages of grief. They look different on all of us, but there are always five. Alex: Denial. Derek: Anger. Bailey: Bargaining. Lexie: Depression. Richard: Acceptance.
Lexie: Sofrimento é uma coisa que todos temos em comum, mas aparece diferente em cada um.
Mark: Não é só pela morte que devemos sofrer. É pela vida. É pela perda. É pela mudança.
Alex: E quando imaginamos por que alguma vezes é tão ruim, por que dói tanto, temos que nos lembrar que pode mudar instantaneamente.
Izzie: É assim que você permanece vivo. Quando doi tanto que você não consegue respirar, é assim que você sobrevive.
Derek: Mas lembrando que um dia, de algum modo, de uma maneira impossível, você não se sentirá assim. Não vai mais machucar tanto.
Bailey: O luto (sofrimento) vem no seu próprio tempo para cada um, no seu próprio modo.
Owen: Então, o melhor a fazer, o melhor que qualquer um tem a fazer, é ser honesto.
Meredith: A parte ruim, a pior parte, é que o sofrimento... você não pode controlar.
Arizona: O melhor a fazer é tentar nos permitir senti-lo, quando ele vem.
Callie: E deixar pra lá quando podemos.
Meredith: A pior parte é que no momento em que você acha que superou, começa tudo de novo.
Cristina: E sempre, toda vez, ele tira de você o fôlego.
Meredith: Existem 5 estágios de luto (sofrimento). Eles parecem diferentes em cada um de nós. Mas sempre existem 5 estágios.
Alex: Negação.
Derek: Raiva.
Bailey: Barganha.
Lexie: Depressão.
Richard: Aceitação.
[lágrimas discretas... como sempre em Grey's. Chorar pelas narrações de Grey's... não tem preço!]
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Confiança
Tudo é uma questão de confiança... ouvi por ai. Trata-se simplesmente de deixar de lado as adagas e assumir (talvez até pra si próprio)... que se é o que se é e pronto.
Confiança é ser também apontado, se deixar inferiorizar, aparecer, renascer das trevas, marcar o cenário, ir contra a maioria, usar palavras...escolher chorar e escolher sentir. Ando pensando.. há a tese, aquela de quem prefere comprar por ai um coração de pedra... que por vezes cai por terra e é esmagado com atitudes despercebidas. Quando se é visto, se é notado, mesmo que se esconda quem se é, e se use a estima como punhal, não se pode evitar... sempre há plateia. Perdoa-se o inimigo e amaldioça-se o inocente. Seria assim... pensar muito de si mesmo... diferente de confiança, diferente de atitude [palavra comercial], diferente de salto alto. Vá entender... são coisas que passam pela cabeça [cansada de dirigir e que não compra um coração de pedra... pega apenas de volta velhos conceitos e tateia segurança]. Na verdade, o que aparenta ser segurança [palavra repetida]... nada tem a ver com esconder o que se sente [rir na sala, chorar no quarto]- doer o braço ao ser torcido a força. Segurança insegura... que prejudica, que afeta.. não a outros como seria de melhor ganho. ´Dai então, no paparelo de atitude, segurança e confiança, entra a escolha. Posso não abrir mão do orgulho, mas posso também perder pessoas, e pagar um preço um tanto salgado. Trata-se de confiança... estar pronto pra assumir o que se sente... estar pronto pra fazer brincadeiras com a própria tristeza. Trata-se de confiança, que é sutilmente diferente de confiar demais em sim mesmo. É ai que entra: posso chorar? ou deveria chorar?! (posso só levar... uma hora aparece a conformidade... uma das vantagens de ser gente). E quem diria, é ai que entra também outra escolha: a confiança, a atitude de não ser condenado por um crime que não se cometeu. Atidude ortodoxa... digna de rebeldes do Inquisidor... quem não é culpado não pede perdão... só vive.
E nessas, nessas de confiança e segurança... tudo é válido... até o ponto em que não haja machucados. Vale escrever bem, vale aparecer mais, vale se maquiar melhor... vale até descer do salto (cá entre nós, confiança... confiança mesmo é isso) só não vale afetar outros pra satisfazer um ego mimado (com um quê de insegurança)... Vale até dar um grito de vez em quando.
Eu... cada dia mais adepta da tese de que confiança é sim descer do salto... e não destruir alguém a custo de um capricho satisfeito. É hora da tese... se dá importância ao que é importante. Falta de reciprocidade e máscara de fortaleza não me tiram o sono.
...um post curtinho e antigo... perdido aqui nos rascunhos. Confiança, confiança mesmo... não é se travestir de Napoleão.
Ninna... dona de um blog que são apenas pensamentos [isentos de imposto de renda]. Meus, diga-se de passagem... me reservo esse ínfimo mimo.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Sweet as cupcake!

Life's good!
...as good as you can make it!
Chamada especial! sim, sim... pra você que é íntima de analistas e versa com baratas... comprarei uma peruca e irei à la pin up... confraternizar com outros jalecos.
Ofensas? ih... calma! compra um pincel ou estoura o cartão! vai saber... areia de gato faz bem pra pele. Um contracheque gordo então... ow creuza!.. bom, nem tanto!
A vida pode ser boa, afinal de contas. Já era hora... o biscoitinho da Alice anda alí... no bolso abarrotado do jaleco branco. Vivendo, se ferrando e aprendendo. É... a vida pode ser sweet... e o cinza, ambora 'anuando', ainda é cinza... e boas coisas passam por ele. Ponto final. Sharp (só falo inglês agora, auto-suficiente... ofenda a quem quiser)... mesmo diazinhos ruins merecem um post. Afinal, eu tô ali do lado do restaurante famoso nojento... e quer saber? biquinho de criança não faz muita diferença... (e olha... não é que eu reparei a cara feia? Deveria eu... chorar?)... mas você é tão inteligente! o que seriam alguns souvenirs num teto de zinco quente? Oops... pigmalion (sim, sim... english. Yeah? Doubts? Questions? Got it? andam perguntando... mania de teacher... understand?)
Cupcakes... nova invenção... lembrancinhas de casamento... vou decorar uma cozinha de vermelho e vibrar com conquistas alheias. Ai... cupcakes. Se vocês usassem Armani e ofertassem Lexotan (?)... black coffee... this magical little black thing... Como serias bem-vindo!
Ninna... um Ufa! em meio a correria... [ooops... isso aqui não é vitrine!] ah... who cares? auto-message: eu ali... e aqui... e lá de novo... tomando banho e dançando reggae!
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