segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

2012

"... the broken locks were a warning: you got inside my head!"
As trancas arrombadas foram o aviso...

Dizem que o calendário mais acaba ai. Enquanto isso, no mundinho moderno, a trancos e barrancos, de mala e cuida há quem leve a vida, respirando aos poucos, sufocando bem o que grita em uníssono. Não dá pra evitar o que é mais forte. Há quem discorde!

O relógio que não anda é o conforto da noite que não passa... e aos poucos pode-se sorver e analisar o que foi... sob cada aspecto, cada foco, imagem de cada câmera...interlúdio da vida, dos passos recitados, dos versos receiados... do que não foi ouvido. Anseiar o sonho que não vem... estar em completa e agradável transe.

'... I'm looking for purpose... I'm looking for air.'

Já é tarde, mas ainda assim o tempo parece não passar... como olhar pra frente e ver as possibilidades... tudo que se encaixa tão perfeitamente quanto em projeto. Tudo que está ai tão pequeno, e tão perto, mas ao mesmo tempo tão improvável. Aquela vozinha baixinha que você escuta, o toque do sinal, o convite feito... Tudo que dá vontade de gritar e alardear aos quatro cantos. Tudo que te leva embora... a desculpa pra poder ficar naquele cantinho, onde tudo acontece... o motivo pra poder falar... pra poder esculpir de delícias cada fragmento do que pode ser, mas não é.

Cada um vive em si mesmo o que não lhe é permitido viver em outros cantos. Em cada íntimo está a realização que é tomada lá fora... e aqui, as coisas acontecem, mesmo que pareçam mentira a outros. Aqui pode-se tatear sem vergonha por ar... aqui as fechaduras são tomadas, e as trancas arrombadas... aqui se está, mas pensa-se em não estar. Aqui se ve o afago, mas se pensa no descontentamento. Aqui se modela e também se finge. Aqui há espaço para paisagem e teatrinhos que divertem.

Não há mais trancas, não há mais porque e 'pra quê', não há ideias a serem roubadas, nem cenários a serem montados... só a mudança, a menor ideia do que fazer... há a novidade, a liberdade de se modular e ansear gritar o que há pra se gritar, há a liberdade de ir e vir dentro de si mesmo, de dedilhar insensatez, e sorver pequenos momentos de fuga quando se está preso.

Não há mais trancas... está tudo aqui dentro, livre e disperso dentro de cada detalhe... não há mais pudor, tudo é sorvido e detalhado como deve ser... cada surpresa e cada convite não ouvido, cada passo dado dentro do contexto... tudo é livre dentro de si mesmo.

Não, não há mais amarras...

Ninna... momentos de loucura e insensatez. Tudo perdido e livre aqui dentro, regado à polidez e um calendário maia... o fim do mundo [para alguns]. Essa reticência comovente... uma regalia ao caos e às vozes gritantes em uníssono, um convite à vida adulta.

sábado, 5 de dezembro de 2009

A mulher do Viajante do Tempo...




Um livro conta a história, que reflete um pouquinho o velho enredo da vida nada ficcional.
Pra quem em meio à peripécias e conselhos tresloucados, pode reconhecer um quê de história já contada. [contraditório ou redundante?]

A mulher do viajante do tempo... [novel by Audrey Niffenegger]
... interlúdio da vida real. Entre cenas de novela, inquietude, desespero à moda inglesa e peças de sushi.



"It's hard being left behind. (...). It's hard to be the one who stays. (...) I keep myself busy. Time goes faster that way. (...) Everything seems simple until you think about it. Why is love intensified by absence?
[...]
He vanishes unwillingly, without warning. I wait for him. Each moment that I wait feels like a year, an eternity. Each moment is a slow and transparent as glass. Through each moment I can see infinite moments lined up, waiting. Why has he gone where I cannot follow?!" (The Time Traveler's Wife, Audrey Niffenegger- Prologue).


"É difícil ser deixada para trás. É difícil ser aquele que fica. Me mantenho ocupada. O tempo passa mais rapidamente desse modo. Tudo parece simples até você pensar a respeito. Por que o amor é insensificado pela ausência?

Ele desaparece sem querer, sem dar sinal. Eu espero por ele. Cada momento que eu espero parece um ano, uma eternidade. Cada momento é vagaroso e transparente como o vidro. Através de cada momento eu posso ver infinitos momentos, todos alinhados, esperando. Por que ele vai para onde eu não posso ir?!"

Ninna...
entre conselhos tresloucados, terapias de corredor e bambu, dese
spero à moda inglesa e peças de sushi.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Porque ler sobre Nova York...

É dezembro... e enquanto o mundo lida com disparidades e comemorações pagãs, uma partezinha de mim, tímida e euforica vibra por ter terminado assim... o que não foi... com inverdades e mentiras descabíveis. Talvez um plano mirabolante, um enredo pseudo- ficcional ou uma heroína de capa e galocha. Blá blá blá... que falem! O mundo é mundo mesmo... nada é imutável. Se não há explicação para o que é óbvio... inventar um enredo já é de proveito. Mentiras e mentiras descabidas... que vivam eles do seu jeito, com mentiras ou não.

Mas, em se falando de mentiras... aquelas que sangram entre um corredor e outro, há quem acredite que há mais fascínio por uma boa maneira, pela mão que afaga, e pela outra que apedreja. Outros dizem, no entanto, se ver encantados por lhes ser apresentado um novo mundo, novo cenário... como ir à Nova York e vê mesmo que é aquilo tudo que falam. Isso faz do mundo mundo e do encantamento e do fascínio pelo o que nunca se teve, a força que os impele a fantasiar os dias. Fantasiar...

"Amar como a feia na vitrine...', 'como o pescador que se encanta mais com a rede que com o mar'... não há o que defina o encantamento pelo que nunca se viu. Não dá pra evitar ficar boquiaberto, parado, inerte diante do que é absoluta e completamente diferente do que se tem. Os dias são feitos de segundos de fascínio... uma boa desculpa para ir dormir e sonhar o quanto antes.... o quebra-cabeça, o charme taciturno, aquela velha história do excellent bedside manners, a polidez, a beleza que emana da quietude e inquietação. O que falar, o que dizer, o que mentir... Ah, esse fascínio move mundos e deixa os dias mais sãos... esse fascínio que inquieta, que tira o fôlego, que balança a cadeira, deixa movimentos pausados. Esse fascínio que derrete... que é simplesmente reticente. Esse fascínio pelo livro que se lê... por encontar nas páginas amareladas aquela mesma história que é mentira, mas por ventura é também verdade. É esse fascínio que encobre os dias cinzas e anuantes...

E não há como definir... talvez um enredo, talvez o livro, o suspiro dado ao lado, o outdoor que passa despercebido pela janela do ônibus, a batida de carro que quase acontece... o desconversar, o ignorar coisinhas, o grito altíssono que não foi ouvido... a pergunta que você não ouve., o problema não resolvido, a incógnita não encontrada...talvez tudo bata a porta e diga: 'ei, eu sou tudo aquilo que você ainda não viu!'... é o fascínio por tudo e por nada... pelo que é e o que não é real... é a inquietude que vira calma. É o que é novo... e vale a pena ser sorvido.


Ninna...
'encantada, fascinada... por tudo o que é o que não foi. Como ir a Nova York, sentir Nova York, e constatar: 'uau! ISSO é Nova York!'

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Nobody knows where it might end up




Colocar os textos, planilhas e modelos do lado do computador, no puff de cabeceira, na tentativa de fazer o trabalho que não dá... recuperar o tempo perdido, na chance de ser mais responsável até o final do ano... NÃO. Muito melhor se render as delícias do ano que chega ao fim, às festinhas de despedidas, ao bolo do Auguri, o café escondido na cozinha [todos temem a gastrite]... uma desculpa pro bate-papo descomprometido.

Muito melhor dar pulinhos de euforia pela conversa que foi, ser a personagem principal de um romance. Acabaria assim esse aninho que me trouxe surpresas e experiências. Sabia que em um momento ou outro eu teria que crescer... pelo menos, deveria começar a crescer. E foi assim, de repente. Tão de repente quanto historinhas ao léu... como sempre foi. Essas surpresas que decepcionam e também empolgam... essas coisas que passam pelo caminho.

E a cada dia mais... a vontade de falar e gritar o que este blog não pode ouvir. O que tá aqui dentro... que o vizinho do lado sabe entre uma garfada ou outra. Se isso é viver a vida... é muito bom. Melhor que ser medíocre e se importar com coisas medíocres... melhor mesmo viver como se pode... entre decisões tortas e descabidas... entre cenas de novela, lágrimas e narrativas ficcionais. Melhor aproveitar o sorriso, as boas maneiras e encantamento a flor da pele. Muito melhor esse finzinho de tudo...porque pode ser que de uma hora ou outra mude. Nobody knows where it might end up.. já dizia a abertura de um drama médico bem conhecido. Ninguém sabe onde isso vai acabar... então, se só me resta uma semana, o resto que espere... Não somente a língua é um fato social. [trocadilho infame]

Ninna... nobody knows where it might end up... nobody knows.

domingo, 29 de novembro de 2009

[...]

Podia-se ouvir de longe o gritinhos abafados vindos da salinha apertada, no final do corredor. Jalecos em euforia por mais um final de 4 meses que chegava... mesmo que esse finalzinho se arrastasse por mais uma semana.
Passou... mesmo que tenha engatinhado boa parte desse novembro. E aquela sensação de que algo sempre está ali atrás, pedindo para ser sorvido... Aquele arzinho de novidade, a experiência que se aproxima aos poucos, a possibilidade da possibilidade...Que seria dos meus dias sem essas estranhas sensações? Sem esse olhar cúmplice, do nada... no meio do desespero? Ainda que amedronte.

[...]


O pequeno detalhe do dia longe predestina que qualquer supresa que apareça no caminho dá pra levar... dá pra lidar, me aprumar do jeito que sempre fiz... juntar os caquinhos do chão, sacudir a poeira, pedir perdão, me arrepender... Qualquer surpresa pode ser superada. Dá pra viver.

[...]

O friozinho do estômago antecipa que algo acontece... quer seja bom ou não... quer seja perigoso.


Ninna... o que era certeza, tornou-se inquietude.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Off

... ela morava em Michigan, foi de Canteburry para lá (onde quer que seja isso)... comia bluberries com paquecas no jantar. Burlou a assinatura do livro, aquela que dizia que eu sobreviveria a Londres. Um sonho tão longe, uma quase névoa que inspira o finalzinho apertado.
Ela burlou a assinatura do livro. Falava de um tal Ken e de uma tal Teddy (não a do seriado médico). Ela morava em Michigan... no lado direito, no cantinho do mapa americano. Da fraude... ficou em mim somente a lembrança... se você sobreviver a isso, com certeza irá tirar Londres de letra.
Se eu sobreviver... Se eu souber apenas aguardar o tempo que não passa, a resposta que não chega... se eu apenas superar tudo isso. Michigan... ela conseguiu fraudar a assinatura, e conheceu muito bem San Diego.

... ela viveu muito mais do que eu. Diante isso, eu meio em off, perdida aqui entre meses e espera.

Ninna... [dead poets society]... [em transe]

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

...then she comes, with her crown.

... então la chega, com a sua coroa.

Porque há mais e mais coisas entre o céu e filosofias vãs, do que supõem mentes imundas e belas. Porque está a vida... pra ser vivida a trancos e barrancos... nem que seja numa sala cheia de nerds e doutores, nem que seja no silêncio que precede o esporro. Do jeitinho que levamos a vida... do jeitinho que o biscoito esfarela. E nesse meio período, apareceu... aquela que espera.
Num finzinho de ano meio que demorado, a única solução pro trabalho que não foi feito, pro tempo que não passa... a espera até janeiro, a possibilidade do pedido deferido... a carta-resposta que não chega, a solução pra menina que já esperou... aquela que abriu mão do segundo, do minuto pra ter mais lá na frente a eternidade.

Os sapatinhos de boneca fizeram festa dentro do quarto. Pulinhos de alegria pela aguardada chegada... aquela que apareceu assim, no momento de loucura. Risos e risos... a vida um pouco de 'cabeça pra baixo'. Foi ele quem disse.

...ela chegou. Assim, com sapatinhos de boneca para deixar meus dias mais sãos.

"Clock time is our bank manager, tax collector, police inspector; this inner time is our wife"
- J.B Priestley (Man and Time).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

...alive and kicking.



De todo aquele papo de se permitir sentir o que quiser, agir como se bem entende, reagir da maneira mais confortável, saber como tocar o desânimo... o que fica mesmo, na prática, é que cabe sim fazer cara de paisagem para o medo, e se aprumar... levar a vida da melhor maneira como se pode levar. Deixando pra lá o que precisa ser deixado... ignorando o que precisa ser ignorado... Se o luto vem para cada um, a seu próprio modo... com a vida não poderia ser diferente. Dá até pra esquecer que há vida também lá fora. Numa soma de 2 + 2, nem sempre dá quatro... nem sempre é tudo tão exato.



Quanto a traçar os planos... mesmo que seja importante aparentar segurança, vestir a roupa ideal, calçar o salto que aperta, mas que mostra pro mundo que você é você... o que dizer do que se sente lá dentro? Pode ser o que os outros pensam, mas pode não ser. Nem sempre as pessoas são tão previsíveis quanto nós achamos... e nem tudo pode ser usado como arma.


Calçar o sapato que aperta, passar as semanas estudando, orando, pedindo, acreditando... até dando pauta pro olhão azul que amedronta... o famoso "se permitindo"... quando o seu maior alvo, aquele que você aguardou a vida toda, aquele momento que você ensaiava, imaginava... a palavra certa a dizer, a expressão a usar... a segurança que você deveria aparentar, quando ele simplesmente atravessa sua vida, muda tudo e diz: "to aqui!"


Tô morrendo de medo... não existe mais segurança, muito menos cautela... a menininha desastrada, do jaleco sujo, do dinheiro não guardado tá aqui, tremendo a noite, louca e insone, com as mão geladas, gritando de uma sala a outra... com medo do que falar, com medo do que vestir, do que escrever... simples e puramente com medo. Porque o que ela mais esperava... aquele momento da vida toda, apareceu assim, de repente. Uma oportunidade de mudar tudo... que era esperada daqui à muito tempo, se adiantou e a tirou da cama... no meio da noite... pra pensar e escrever, duvidar se si mesma... coisa que não acontecia há tempos.


Se aquele negócio todo de se permitir é tudo isso mesmo... vale a pena testar. Pra mim, até agora funcionou... e continuo acreditando piamente na ideia de que vale a pena sim, curtir cada felicidade momentânea, e cada fossa fenomenal, cada planozinho, cada "alvozinho". Porque assim... ninguém sabe quando amanhã, o choro vai ser a mãe do riso. Chorar, todo mundo chora. E mesmo acreditando que isso tudo é um pouco piegas... vale a pena chorar, sabendo que você tem mais alguma coisinha a mais na bagagem... e que você se permitiu.


Nem sempre as guerras tem dois oponentes... as vezes é você contra você mesmo... ou você e seus alvos, seus critérios. E não dá pra ignorar que em tempos de guerras frias e mornas, um embate é a melhor forma de se conhecer alguém. E? Bom... eu me conheci um pouco.



Ninna... tremendo de medo... mas "alive and kicking". Hoje eu faço o que não faria.


Ninna... a vida passa, blá blá blá... mas, no meio do caminho... dá pra crescer bastante.


... e que amanha, ou venha o baque, ou a risada! [qualquer um dos dois vale...]




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

... The way the cookie crumbles!

... do jeitinho que o biscoito se esfarela!
Quando não se tem o poder de mudar as coisas... o jeito mesmo é aceitar, e tocar a vida... do jeito que o biscoito se esfarela. Não interessa como... mesmo que seja deitada numa cama torta, com a enxaqueca amiga de todas as horas, com o medo e a aflição pelo alvo importante, por uma história a mais, com a crise de gastrite, com a oportunidade de consertar erros passados, com a inêrcia e indiferença à alfinetadas alheias. Há sim, mais coisas pela frente... não importa como aconteça.
Tanta coisa que acontece... e sob outro prisma, metade ainda nem aconteceu. Os dias passam e necessidade de se refinar aumenta... a necessidade de se modelar sob o fogo, como o ouro. De ter em vista um próximo fim de tudo. De repente, não vale mais a pena disputinhas medíocres sobre coisas medíocres. Não cabe mais ficar deitado, sucumbir ao desânimo... repudiar a humildade, a tentativa, o dar o braço a torcer mesmo quando se está certo... só porque os outros fazem, eu devo também fazer. Tem de existir vontade, acima de tudo... a humildade que emana da natureza própria... o inocomodar-se com o que está errado, sob o ponto de vista mais importante. Porque enquanto houver disputa, vai haver mortos e feridos. E para aquele a quem dizemos servir, não deve haver disputa. E quando se tem a razão... não importa muito quem dá a última palavra.
... quando não se pode mudar as coisas, o jeito mesmo é tocar a vida. Mas não sem antes buscar os caquinhos e farelos que cairam no chão. Ninguém muda ninguém, é fato. E como Shakespeare ficou famoso, "não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam" [todo mundo deveria nascer com essa ideia na cabeça...].
Pra que tentar mudar o mundo? Pra que se responsabilizar pelas ações e opiniões alheias? Pra que tentar colocar na cabeça dos outros, que não dá pra ser assim... a ferro e fogo o tempo todo... sempre a mesma guerra de braço, as indiretas... o blá blá blá. Pra que agir com os outros da mesma forma que eles agem? "Nunca dê às pessoas as qualidades e defeitos que são seus!"... ouvi por ai, não sei onde... mas o que ficou foi a mensagem... não dá pra esperar dos outros atitudes que são nossas... não dá, nem rende frutos esperar que os outros ajam da maneira que nós agimos!
Sem demagogias, e sem mais alguma churumela... não importa quem vence a guerra, não importa nem se existe mais guerra., ou se houve algum dia. Antes de oferecer algum sacrifício... preciso consertar o que está aqui... aqui dentro. Antes de me render à tentadora guerra de farpas... preciso eu me responsabilizar pelas minhas atitudes, não pelas atitudes dos outros. [e digo isso tudo sem tentar fazer uma poesia-intimista-forçada, nem lançar filosofias que 'encantam']
Isso não se aplica só ao que muitos por ai podem estar inferindo. Pouco me importa o que pensam. Aplica-se a tudo que diz respeito a MIM... tudo que é relacionado ao meu agir e falar. Todos os meu tratos e destratos... meus alvos, meus propósitos. É de muito maior proveito, ignorar essas "porções de refugo". [novamente, sem demagogia]... Infiram o que quiserem, como quiserem... há coisas mais importantes.
Ninna... estudando expressões idiomáticas de língua inlgesa pro tão falado teste... the way the cookie crumbles... igualzinho à vida.
Ninna... no regrets, war is over! [sem arrependimentos, a guerra acabou!]... Entre dores e alvos, descobri que pra mim, melhor ganho é perder! Meu orgulho é simplesmente frágil...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

13/11/09

Sim... da certeza para o medo.

Mas, como tudo é lícito, mas poucas são as coisas de proveito, aceito o teste. Coloco-me a prova... melhor o preço de tentar, sem a desventura de falhar. Espero que não falhe.

...e se tudo der errado no final...
apelo pro colo de pessoas importantes por ai... um namoradão, o tapinha nas costas dos companheiros, o cafezinho com creme da amiga alí, o telefonema gigantesco da outra cá, o dia de beauté com as outras ... o sermãozinho de papai no final do dia.

Tudo é lícito. E afinal, isso é proveitoso pra mim. Vale a tentativa.

Ninna... sim, isso também dá medo. Mas, como em português claro... "quem não arrisca não petisca... o friozinho na barriga pela véspera é o alimento do alvo.

Ninna... no carro. Engarrafamento, e eu há 7 km da possibilidade de vida nova. Sim... eu, com a "cara e a coragem."