quinta-feira, 5 de agosto de 2010

...


Today is that kind of day where everything feels alright... so far. I woke up with this feeling- despite the brief anger of old things and situations- of trying to enjoy the day,the life, people around me. I really don't know if this feeling has something to do with waking up early to spend money with useless things, but I kinda enjoyed.

I really don't know how to explain it, but today I feel free, I feel light... it's kind of funny. But whenever I feel this way, I come to my place, my blog just to tip it out whatever I'm thinking just with the intention of materialize or... to put in a definite amount of time or even to especify whatever I'm feeling. Like I said, it is kind of funny, but I'm gonna try not to give an explanation, I'm not gonna try to make sense to me or to anyone of you... I'm just gonna to write, to breathe and to throw outside what's happening outside.

When I started writing, I realized that when I was 13 or so, I used to deeply believe that everytime I felt this was, everytime I was happy or light for no reason, this was a sign that something bad was about to happen. It was like I could never be happy beacuse something bad would take my happiness away. I don't know why this happened to me... I don't know why I kept this idea with me, but until now, sometimes I forbide myself to feel this way, afraid of something that is going to make me feel bad again. I'm not weird... at least I don't think I am, but this is just something that keeps bothering me.

Again, I not trying to formulate explanations, these are just thoughts. But I realize that as I started growing up, that idea never left me alone. Until now, whenever I am happy, I rebember that I need to be 'normal' , serious again... just to avoid some bad surprises.

It's like I'm stuck in living with no good surprises, always with that idea of 'crying is the mother of smiling' (or something like that)... and for that, I'm never free... I'm always afraid, always suspicious... Like I said, I don't know what made me like this, but I blame myself for letting this happen. I guess I've never learnt how to laugh of myself... how to make fun of thing that are not important.

I'm not trying to be sad, or trying to have a epifany or to create a filosofy, this is just a post... just thoughts. I'm just trying to avoid that feeling that bad things are about to happen. I'm just trying to acept this feeling and not be 'normal' for just one day...

Ninna... feeling light.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Eu queria mesmo...


... ter aquele controle universal do Click, acelerar as coisas por vir e dar um fim a uma angústia no peito [aquela que avisa uma coisa muito ruim bem ali na esquina de casa], deixar vozes altíssonas em silêncio e transformar momentos fugazes em imagens em câmera lenta.

Tudo bem, a vida seria bem mais fácil de se levar, e por consequência, bem mais sem-graça. Mas quando o pior é iminente, quando a pior cena do filme parece não passar, a infantilidade bate a porta e um controle universal é muito, muito bem-vindo. Bem que gostaria de voltar aos dias de criança, onde o medo era motivo de choro, desculpa prum abraço ou um consolo [e olha que eu nem tô tentanto ser Ney Matogrosso aqui].

Ninna... ai ai, um botãozinho que leve pra outro dia...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Desejo


Há dias ando num surto Becky Bloom... uma quase década de futilité, e é quase incontrolável o desejo de possuir essas melissinhas.
Eu nem sou muito chegada a sapatilhas, sou team salto alto pesadão até de baixo d'água, mas as dores nos pés enquanto encaro uma sala de aula estão quase me obrigando a me fazer baixinha pelo resto do dia, do mês, do ano...

Então hoje, fuçando por ai na rede, descobri meio que tardiamente (tipo jornal de ontem) que a Melissa lançou há algum tempo uma série de reedições da sandálias beeem antigas. As duas Severines fofinhas ai de cima fazem parte das meninas reeditadas... vieram na coleção Melissa et Circenses e pra alegar o coraçãozinho do meu cartão de crédito, estão a 30% off no site da loja.

Tudo bem, tudo bem... só hoje eu fui descobri isso (já deu pra perceber que esse humilde bloguim não é lá um blog beautée utilitário... pelo menos não ainda), mas dá um desconto... Eu não sou fanzoca de carteirinha de sandálias de plástico.

Anyway... o cartão tá enlouquecido pulando dentro da carteira louco pra testar o site da loja da Melissa... por favor, por favor por favor alguém me segura!!!!


Ninna...
apaixonadíssima por Serevines e em pleno momento Becky Bloom! Futilité mode on!!!!!

P.S: e ai, o que vocês acharam da Severine?!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eu queria mesmo...

...voltar sem culpa às tardes de pura fuga, cafezinho quente e baladinha... ouvir um Andru Donalds carregado de memórias e entrelinhas.

Eu queria mesmo...

Nunca imaginei que fosse me tornar uma dessas mães desnaturadas, ausentes, que pouco ligam pros filhos, mas é que uma vez aqui e ali fico beem distante do meu cantinho. Mas, meu bloguinho é bondoso e sempre me perdoa por abandoná-lo ocasionalmente.

Anyway... há muito tempo venho achando que o Lunário anda precisando de uma cara nova, mais utilitário (mais não muito), mais fashionista (mas não muito), menos pessoal (mas não muito)... uma coisa diferente, menos bla bla bla, que abordasse as vezes Becky Bloom de minha pequena mente imunda e bela, ou qualquer outra coisa que confira ao meu cantinho ares de it.

Assim, a partir de hoje, virão algums post beautées, outros it fashions, outros de resenhas e coisinhas legais e este Eu queria mesmo... (um post permanente) sobre tudo e qualquer coisa que eu tenha vontade de ver, fazes, ouvir, comprar... um pouquinho das manias e vontades e desejos diarios, de tudo (moda, beautée, música, fragmentos, memória, vida pessoal, futilidades... Afinal, ainda que mudado, este blog ainda é um eterno lunário, cheio (muito cheio mesmo) de fases.

Ninna... na busca de um template perfeito.


quinta-feira, 1 de julho de 2010

O que não aprendemos em Grey's


Coisas que não aprendemos em Grey's Anatomy:

1. Quando você acha que tem milhões de motivos para reclamar da vida... sempre aparece algo que te faz mudar de ideia.

2. Normalmente, você muda de ideia quando acorda com a excruciante dor de mil agulhas sendo enfiadas em seu cérebro, no momento mais gostoso do seu sono.

3. Podemos sim sentir falta daquela coisinha que mais odiávamos.

E nem tive um momento epifánico causado pela correria ou pela ausênsia nesse cantinho por mais de 5 semanas. É que essas coisas, essas realizações típicas de diálogo meredithanos, nos ocorrem no momento exato em que você está na emergência de um hospital lotado, sozinha, com a dor de um milhão (sim, ela multiplicou!) de agulhas sendo enfiadas no seu cérebro através do ouvido. Nesses momentos, à base de muito dramim (ou seja lá qual for o nome do remédio que tomei), você reconhece que dá valor às pequenas coisas - e olha que até o dia anterior você nem lembrava que tinha ouvidos- você percebe que seus alunos não eram tão endiabrados, reconhece que podia mesmo aproveitar a presença daquele namorado tão chiclete certas horas, lembra do percurso de uma hora e meia da faculdade pro serviço e e quase chega a sentir vontade de estar lá, apertada entre um passageiro e outro (bom, talvez não seja pra tanto...). E como diria Meredith Grey, dos cinco estágios do sofrimento, você passa direto à fase da barganha... 'Eu daria tudo pra não está nessa situação!".

São as coisas do corpo humano... o médico me explicou lá, por volta das tantas da tarde (e eu ainda em jejum) que em circunstâncias de stress elevado, o corpo reage das mais diversas formas - pressão baixa, enxaqueca, desmaios repentinos, dor nas costas, dor de ouvido... Caramba, mas tinha que sobrar justo pro meu ouvido?! Ahhh, eu nem tô tão estressada assim... saio de casa às seis e volto as 22h, cheia de trabalhos do serviço e da faculdade... Na Somália, enquanto isso, há crianças trabalhando em minas de carvão ou algo do tipo...

Em suma... stress - o grande responsável pelas minhas 3 passagens pelo hospital em menos de um mês. Fazer o que?! "Essa foi a vida que eu quis"... uma das respostas mais engraçadinhas que ouvi nos últimos tempo... ha ha ha!

Mas, e você ainda não entendeu onde eu quis chegar com esse blá blá blá todo... essa história de dar valor ao que antes você nem ligava? O belo estresse me trouxe uma otite brava, suspeita e mal justificada. E eu em casa... cheia de dor, nem me importaria se estivesse numa sala de aula bem lotada e barulhenta! Hoje é o último dia de aula... ia ter muita comida!

Tsc tsc tsc... vai entender!

Ninna... dois dias de atestado médico, muita dor e uma leve saudade dos meus alunos.

Ninna... de qualquer forma... depois de cinco semanas, é muito bom voltar pro meu bloguinho!




terça-feira, 25 de maio de 2010

Kryptonite

E tocava lá no fundo a musiquinha do tal super-homem... aquela que nos dizia: "if I go crazy, will you still call me superman?!"... e nem importava muito se os carros passavam na janela ou se uma estranha obsessão somava-se ao medo, lembro só da dúvida que teimava em importunar a noite, e mesmo tendo levado em vitória o orgulho, saiu meio encabulada, sofrêguida e cambaleante: "É kryptonIte?"

'É kryptonAite!" Claro, não poderia ser diferente...
Em outros tempos, a situação seria motivo de análises e textos acadêmicos bem escritos, talvez até crônicas e artigos a serem publicados com denodo. Mas, de tal forma, não teria tanta graça... se todas estas deram lugar ao suspiro e a um gemido de felicidade e agonia no meio da rua... justo quando passava quem não poderia ter presenciado tal fato. É... nos últimos tempos tenho esquecido das situações-limites do dia-a-dia, das reclamações típicas de um bom capricorniano; vou apenas lembrando da confissão sincera e bem-vinda da amiga, aquela velha disputa protagonista X coadjuvante... vou modificando o modo de encarar as coisas, as responsabilidades do dia-a-dia, a chuva que resolveu cair naquele exato momento, as cobranças, a frieza, a mesmice...
É que de repente, posso reconhecer que tudo que perpassa o dia e a semana e o mês... todas as situações e desafios trouxeram o privilégio de ser mais otimista... de acreditar que o pedido será por certo deferido, de acreditar que meias-verdades não são mentiras, de roubar um pouco pra mim a identidade perdida... e de sim, de esquecer que, por vezes, as criptonitas queimam.

E eu que fui inconstante, até certo ponto, inconstante ao ponto de cambalear entre os limites tênues da racionalidade e emotividade... e eu, que jamais arriscaria sorrir em meio a cataclismas e situações-limites, me reservo o direito de guardar um restinho do meu dia pra esse cantinho... o direito de lembrar de músicas e situaçoes ridículas, falar meias-verdades e não sentir vergonha por isso... ficar até mais tarde só pra poder morrer de rir. Esquecer que criptonitas não são flores... e que sonhar com os pés do chão é, de fato, mais seguro... mas nem de longe tão divertido quanto mergulhar em insensatez!

E se mais tarde, quem sabe, eu voltar aos limites da racionalidade, os pés voltarão ao chão, mas com muito mais impacto.

Ninna... a blusa manchada, o trabalho não feito e os bolsos vazios já não importam tanto.

sábado, 15 de maio de 2010

Tiédeur


Dizem que pra cada sentimento, há uma palavra... dizem que falar cura males emocionais... dizem que quando acontece algo que nos tira o fôlego, quando o mundo fica de cabeça pra baixo, um belo post faz as vezes de confidente. E não sou ninguém pra falar... ando afastada de tudo de todos, de amigos, bolos e palavras. Mas, volto ao meu cantinho, pra satisfazer o desejo que arde em peito... Como é bom matar minha saudade... voltar a minha tela laranja, quando o mundinho quadrado dá lugar a um universo mais redondo... que bom é dedidlhar.


E eu sou só sorrisos e lágrimas... alternados nesses dias corridos, entre um suspiro e outro. E vez por outra, consigo me lembrar vagamente naquela velha frase... quão importantes as pessoas são. Deus se deu até o luxo de criá-las e encher o mundo delas, para que déssemos valor... Mas é tão somente humano nos rebelarmos contra os planos divinos, que mais que ocasionalmente acabamos esquecendo da importância delas e as tiramos de nossas vidas no mais simples piscar de olhos. Engraçado...


Não hei de cair em ato-falho mais uma vez, mas é que esses dias sozinha me fazem pensar na importância que algumas pessoas têm para minha mais necessária sobrevivência. Quando nem livros, ou músicas ou gestos e polidez substituem a falta que pessoas fazem... não há coração de pedra que resista à falta delas. Não há orgulho ou falta de amor, ou crise que impeça saudade.


Sim... saudade. Por mais difícil que seja falar sobre o assunto, ou por mais desconfortável que pareça cair no mesmo erro e não ser correspondido, não dá pra negar que não adianta se esconder, bater o pé e decidir mudar, decidir tirar do peito quem não nos faz bem; esse bicho saudade sempre volta pra colocar os pingo nos is e finca-se decidido a nos fazer sensíveis...


E por falar em sensibilidade... a tpm já foi, o contra-cheque já chegou, o modelo do vestido já foi escolhido e desisti de esperar pelo beijo roubado, ou pelo sapo encantado... mas tem um nó na garganta, uma coisinha mais a ser dita, um argumento a mais que atormenta a inércia... é essa falta que pessoas fazem. É essa falta de ouvir e dizer, essa lembrança gostosa de velhos dramas que me vem entre um ônibus e outro. É pura e simplesmente saudade romântica de parar e respirar e aproveitar pessoas... aproveitar minhas pessoas especiais.


Vi a blogueira vizinha falar sobre dramas... a vida ensina. Ensina mesmo, eu concordei. Só resta saber se estamos dispostos a aprender... a aprender a viver de dramas, no sentido mais bonito da palavra. E sim, eu sinto saudade de pessoas... sinto falta de soltar os bichos num palco desconhecido, falta duma fase spoletto e currículo no cna, das conversas de msn... saudade do gato dos velhos pontinhos brilhantes, das declarações de amor e ódio... saudade de ouvir... saudade de também ter fases... essas fases de andar junto.



Ninna... pensando nas pessoas... pensando na minha mais necessária sobrevivência.



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Meu, tô perdida em Wonderland!


Alice, quando saiu de casa, mal sabia das aventuras que a esperavam alí, bem pertinho, na toca do coelho... E nem precisava se esforçar pra imaginar coelhos brancos ou velhas lagartas cachimbeiras... eles estavam alí, a espera do que fazer, absortos na ideia fixa de transformar esse mundinho quieto. Mas ela não disse não. Não ameaçou voltar pra casa, não fez bico e não disse 'tô de mal' pro coelho. Ela foi.

E nada foi acaso, ou fruto da imaginação de ninguém... tudo aconteceu de fato. Porque as coisas mais imagináveis são as que de fato acontecem. E não me valho de autores outros pra fazer citações de ideias inteligentes. Não ouso mencionar doutores ou fazer apologia à velha teoria de que Lewis Carrol era um velho barbudo e pedófilo, numa obra alusionada à adolescência.... hoje, me reservo o direito de fazer uso de velhos e novos clichês. Sim, é tão bom ser um clichê.

Mesmo que ao acordar, a frase de boas-vindas ao dia seja: "Você é mesmo uma Alice, nesse mundinho cor-de-rosa. Cresce, criança! Absorventes não custam 40 dólares."

Não, absorventes não custam 40 dólares, cupcake em excesso engorda e brincar no escuro é muito mais perigoso do que aparenta ser. Mas e daí?! Se Alice tivesse dado mais atenção aos pés doídos do que ao convite, ela não teria visto o que viu, vivido o que viveu.
E se o bolinho que fazia crescer, tivesse um pouquinho menos de açúcar... ela teria pensado duas vezes antes de comer. "O que faz bem é o que faz mal", ouvi dizer por ai, nessas terapias de bambu. E não é que é verdade?

Se Wonderland não fosse mistério, não despertaria curiosidade. Se fosse assim como o mundo real, onde tudo é certo e imutável, não aumentaria desejo, não causaria dúvidas, ninguém desejaria ir até lá. E qual é a graça de se visitar um lugar que simplesmente parecido com o nosso? Qual é graça de viajar de pés no chão? O bom mesmo é pular na cama até doer os pés, vestir a mesma blusa velha, ir pra casa da amiga, recusar um convite, aceitar outro... fazer aquela besteira, cometer aquele deslize, bem ali na frente de todo mundo. O bom mesmo é ficar com medo, mas não estar nem ai, por um curto período de tempo.

Wonderland é a terra da maravilhas, dos bolinhos que fazem crescer e da bebida que faz diminuir. E sim, ocasionalmente aparecem alguns monstros... mas o bom é crer que no final, com a espada mágica, derrotamos o inimigo, sacudimos a poeira e voltamos pela toca do coelho, sem nenhuma cicatriz.
O ruim da história, é que nem sempre o país das maravilhas está ao alcance das mãos... ou há um coelho branco chamando pra brincar. Mas a arte... a habilidade que só é dada a alguns... é sair da fantasia livre de cicatrizes, com a espada em punho e um monstro morto.



Ninna... o bolinho dizia: "Me coma." Mas sei lá... tinha açúcar de menos!


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Just far away...


Pra uma música que somente embalou o dia...

...quando em uníssono, todos cantavam ao som de uma guitarrinha acústica, ainda que num inglês arrastado, beeem brasileiro... No dia em que eu fui 'the best teacher ever'!

E não é que hoje... hoje essa música foi minha?!


You gotta find a way
Yeah, I can't wait another day
Ain't nothin' gonna change
If we stay around here

I gotta do what it takes
'Cuz it's all in our hands
We all make mistakes
Yeah, but it's never too late to start again (yeah yeah)
Take another breath
And say another prayer

And fly away from here
anywhere
Yeah, I don't care
we just fly away from here
Our hopes and dreams
Are out there somewhere
Won't let time pass us by
We'll just fly

If this life
Gets any harder now

It ain't no never mind
You got me by your side
And anytime you want (fly fly fly)
Yeah we catch a train and find a better place
Yeah, 'cause we won't let nothin'
or no one keep gettin' us down
maybe you and I
Can pack our bags and hit the sky


And fly away from here
anywhere
Yeah, I don't care
we just fly away from here
our hopes and dreams
Are out there somewhere


Do you see a blue sky now
You can have a better life now
Open your eyes

'Cuz no one here can ever stop us
They can try but we won't let them
No way-ay-ay-ay-yeah-ah

maybe you and I
Can pack our bags and say goodbye

And fly away from here

our hopes and dreams
Are out there somewhere
Fly away from here ( ya)
Yeah anywhere
Now honey, I don't I don't I don't care
Yeah we just fly...

We just fly (fly away)

Ninna... e eu nem vi o tempo se arrastar lá fora.