terça-feira, 12 de abril de 2011

Aunque...




"Otra vez mi boca insensata

Vuelve a caer en tu piel
Vuelve a mi tu boca y provoca
Vuelvo a caer de tus pechos a tu par de pies"



As gavetas se abrem e trazem os sons, os trechos, as memórias, fatos e desfatos... apegos e desapegos. Ele me perguntou um dia das idas e vindas dessa mente inquieta, imunda, suja e bela. Eu calei... e sorri com meus trechos e intertextos. É tudo tão meu... tão cru... tão magético... intocável. Como sou feliz com minhas memórias. Deus proíba um tribunal, e ainda me dê um ... sou julgada e condenada vou... com os quatro cantos de felicidade... coroada como uma rainha. Feliz porque vivi... ainda que não tenha vivido. Sou feliz porque amo a beleza e já fui de tudo um pouco... aprendi a ser quando amei um poeta.


Reabri as gavetas e dancei com os sons, as imagens, as pétalas. Não, eu não lamento nada.


Ninna... reabrindo gavetas e trechos duma mente completa me invadem. Lembro das músicas, trejeitos... escrito no braço, tatuagem... prelúdio de inquietude. Já fui uma música... e a recebi de mim mesma. Non, je ne regrette rien. E faria tudo de novo. 




"Te vas a otro cielo y regresas como los colibris"





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